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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Hoje eu me vi preso

[caption id="" align="aligncenter" width="640"] Fonte da Foto[/caption]

Hoje eu me vi preso. Atualmente eu tenho chegado atrasado à faculdade praticamente todos os dias. Já tentei de tudo, acordei cedo, já saio tarde, vou correndo, tentei gravar os horários mas não tem jeito. Todo dia tem uma merda!
O ônibus tem sido para mim uma verdadeira loteria. Das vezes que chegava cedo à parada, o ônibus tardava uma meia hora e quando chegava tarde, o ônibus estava ali na minha frente, parado, reluzente, com uma fila de pessoas formadas na porta para que elas possam, com alegria, se comprimirem naquela lata de quatro rodas. Isso tudo me irritava de tal forma que eu queria simplesmente virar o Hulk e sair pulando no teto dos carros, um por um.
As poucas vezes que cheguei cedo foi quando minha irmã de dava carona. Mas andar de carro, em Recife, às sete horas, é oito ou oitenta. Quando eu não chegava cedo, eu chegava extremamente tarde. Um dia desses cheguei a atrasar uma hora e meia no trânsito por causa de uma batida no começo da Rua Príncipe, onde fica a Católica. A situação é tão absurda, porque meu trajeto não fica a mais de quatro quilômetros de casa e eu tenho que ficar meia hora engarrafado até poder seguir em frente no meu trajeto! É perder a vida sentado no carro.
Estou preso nessa situação em que ou eu chego atrasado ou não chego. Isso por causa dos vários carros e das várias ruas estreitas desta cidade. Acordar mais cedo do que acordo é desafiar minha capacidade humana. Acordo todo dia às 5:45 e sei que tem quem acorde mais cedo ainda, mas se eu o fizer, irei comprometer meu estudo à tarde.
Andei pensando em formas alternativas de me locomover e cheguei a conclusão que a partir de amanhã andarei a pé para a faculdade. Já fui uma vez indo e voltando e não é um trajeto tão cansativo graças as várias árvores pelo caminho. Tenho medo de levar muito sol no caminho e ficar com marcas da camisa no braço e o pescoço marcado como fiquei quando passei a estudar pela manhã, mas certas coisas tenho que passar a ignorar para poder garantir a minha integridade. São trinta minutos de caminhada que me garantirão chegar cedo.
Parece estranho ler que eu tenha pensado em formas alternativas e não ter concluído ir de bicicleta para a faculdade. De fato estou pensando seriamente em virar um natureba e começar a usar minha bicicleta como meu carango. Poderei passar entre os carros e chegaria mais rápido do que andando, mas não sei exatamente onde eu guardaria a bicicleta na Católica. Soube que tem um bicicletário através de uma página de fofocas de lá no facebook - reparem minhas fontes de conhecimento, mas eu ainda não fui ver onde fica necessariamente.
Se eu passasse a andar de bicicleta eu mataria as horas que fico correndo todo dia na academia e ainda chegaria a tempo. Até pesquisei sobre segurança nas ruas e já aprendi os sinais com a mão e em que faixa pedalar, até capacete já tenho, só falta criar coragem para ir.
Só sei de uma coisa, vai ser andando que irei me libertar.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Por fora do livro

Eu acredito que eu seja uma das poucas pessoas que curta o jeito ou o material com qual um livro é blindado. Meus favoritos, claro, são os de capa dura e se vier com as páginas "rasgadas" nas bordas (deckle edge pages) eu me apaixono fácil.
Aqui em casa temos uma coleção bem velhinha de livros que meu pai adquiriu de uma biblioteca do interior de Pernambuco que acabou fechando, triste. E algo que eu fico bastante atraído é o mateiral com que eles são feitos.
Antigamente a grandes editoras tinham seus livros publicadas em bom couro e boa arte. Bem manual, feito em máquinas espertas. Tudo é bastante interessante, a forma como as páginas sãos cortadas, costuradas e blindadas a capa. Atualmente esses livros são raros no mundo literário brasileiro. Os "capa-moles" vingaram, por não pesarem no bolso do leitor nem da editora. O preço deveria cair, mas como o número de leitores caiu primeiro, e a tiragem logo depois, o preço não pode descer. 
Acabando com a síndrome de vira-lata...
Eu sou apaixonado pelo livro todo, da história a capa, eu acho que o certo é quando forma um fluxo em que tudo agrada o leitor, e no final das contas, capa-dura não é tão bom assim, bom é segurar um impresso brasileiro, bem confortável e ler na cama torcendo para não dar câimbra de tanto se contorcer com a história do livro.

sábado, 16 de outubro de 2010

Amando mais a Livraria Jaqueira: Flags e Estantes que não sabia que existia

Hoje eu simplesmente fui à Livraria Jaqueira, que também é Papelaria (e Cafeteria e Gráfica) para comprar uns materiais que estava precisando para fazer meu trabalho da Expoagnes (Exposição de Ciências do Colégio Agnes Erskine). To Kill A Mockingbird

Quando meu irmão estava na fila da papelaria esperando a atendente nos trazer 4 collorsets pretos eu fui dar uma olhada na livraria, havia trazido um extrazinho e pretendia gasta-lo em livros, fui logo em direção a minha seção favorita, que fica na visão da cafeteria da Livraria, estava lá olhando os livros Fallen, A Batalha do Apocalipse (que eu pretendia comprar), A Maldição do Titã e me lembrei de dar uma olhada nos livros de Anne Rice, queria ter o primeiro e lê-lo assim que terminasse o 2º da trilogia Millennium, quando eu olhei para um trio de estantes atrás de mim e achei A breve vida de Bree Tanner (algo assim) de Stephenie Meyer, mas logo reparei que o livro não estava escrito em português e a capa não era de qualidades tupiniquins, forcei a vista um pouco e meu cérebro se tocou que eu estava lendo em inglês e pensava ter sido português, suspirei alto a ponto do atendente, à uns 4 passos de mim que checava o preço de uns livros no computador, jogar um olhar de “este menino precisar de um médico”. Peguei um dos 30 livros arrumados horizontalmente, e percebi que eram em Hardcover (eu tenho um queda por livros impressos em hardcover) e olhei para cima, mais hardcovers, olhei para o meio, mass market paperback e olhei para o meio alto “To Kill a Mocking Bird” em Deckle Edge!

Me lembrei imediatamente que havia deixado o meu irmão plantado da fila da papelaria e voltei logo, ele estava fazendo umas contas na cabeça jurando que havíamos gasto no mínimo uns 25 reais, mas sabia que apesar do luxo da Livraria Jaqueira ela era de longe a dos preços mais amigáveis que já encontrei no bairro, no final gastamos apenas 18 reais. Quando ele terminou os seus cálculos o pedi que tivesse mais paciência, estava determinado a comprar um livro. Agora, mais calmo, eu comecei a ler os títulos e vi que tinha a série Percy Jackson, Crepúsculo em MMPaperback, Hardcover de Lost Symbol e The Passage, um paperback de The Shack e vários MMPaperbcks de Tom Clancy, já ouvi falar nele, aliás já tive um jogo dele, mas não liguei muito, no fundo odeio livros diminuídos, parece que estou à séculos em uma página só, quem sabe depois eu compre.

Agarrei o To Kill A Mockingbird e estimulei pelo preço americano gravado abaixo do ISBN do  livro, US$15,99, que no mínimo a livraria me cobraria uns 48 reais, pelo fato do lindo acabamento Deckle Edge, mas me surpreendi ao ver que seria 10 reais a menos, levei correndo para a fila antes que achasse outro livro na estante e me fizesse ficar todo complicado. 1 minutos depois estava na rua admirando o livro.

Pois é, foi um momentinho legal que eu tive, sem falar que eu achei vários post-its flags e indexes e comprei um para mim por míseros 5 reais.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Amigos, Livros e a média

Hoje foi até um da engraçado pois eu estava falando com meus amigos sobre livros, já que estávamos fazendo nossos exercícios de Gramática e meus amigos não teem muitos assuntos além do que se passa na TV Aberta no fim de semana, até que Malu, uma menina que senta perto de mim (lê-se colega, amiga), reclmou por eu querer dar uma de cult, que foi totalmente engraçado pois Malu é meio rabungenta e no twitter e nas comu dela ela é totalmente diferente, mas ainda gosto dela. E foi neste momento em que percebi que é exatamente o que a média pensa, Malu é uma típica leitora de média da américa latina, ler livros avulsos e no final do ano totalizam uns míseros 5 ou 6, e por achar que eu estava lendo muitos livros para fazer "cult" ela simplesmente confirmava a ignorância de seu estado! Logo ela falou que eu não me importava com os livros, simplesmente os lia aos montes só para dizer que os leu, se ela fosse uma leitora apaixonada como todos nós somos perceberia que é quase que um instinto, assim que lemos um livro, ficamos loucos para ler outro livro de nossa pilha já comprada de novos livros.
Assim como ela que gostava de assistir RBD (#lol) assiduamente em vários capítulos, o leitor ler várias histórias assiduamente.
@marfilgonca

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Só para os já leitores de “A Menina que não sabia Ler” de John Harding

Agora vou continuar com minha resenha, mas eu peço para os que não leiam que não continuem, a não ser que pretendam saber detalhes da história final.


            Não se vocês perceberam, mas no final do livro, há certas perguntas que ficaram em minha cabeça, como se tivessem arrancado páginas do livro. Lá vão todas as minhas dúvidas.<!--more-->


Porque o tio de Florence não queria que ela lê-se?


            A Srta. Grouse e a Sra. Van Hoosier eram mulheres e estudiosas leitoras, então sem dúvidas já tiveram aulas apesar da época, a Srta. Taylor falou que era algo muito estranho e desconhecido do fato do tio de Florence a proibi-la de tal forma, então porque diabos essa proibição?


A leitura excessiva de Florence não a levou a uma espécie de alucinação ou algo parecido, que a levou a crer que a Srta. Taylor era uma bruxa.


            Apesar de tudo que aconteceu, o fato dos espelhos, o andar sobre a água, e a corrida veloz pelo bosque, talvez a Florence simplesmente ficasse muito obcecada com o irmão e começou a ficar meio que super protetora, imaginando que uma preceptora novata queria roubar seu irmão, mas se eu estiver certo isto também não explicaria o comportamento estranho da Srta. Taylor, como não comer, não dormir a noite inteira, tratar os outros indiferentes, temer os Van Hoosier, e ter feito o que fez com Florence quando suspeitou que ela tinha pego as suas pesagens para França.


E o fato dela encontrar a Srta. Taylor todas as noites falando que poderia comer Giles, não signifique exatamente que ela realmente queira o comer, mas sim uma espécie de carinho ou algo assim, pois de acordo com o foto que ela encontrou dentro da Bíblia da Srta. Taylor após ter jogado ela dentro do poço, tinha ela junto com um homem e um bebê, o que significava que a obsessão de Taylor por Giles poderia ser simplesmente a falta que o seu filho trazia a ela, mas ela também poderia ser a mãe de Giles, pois nas fotos que ela encontrou no quarto da Sra. Grouse, não tinha a cabeça da mãe de Giles nas fotos e deixou esse mistério aberto assim meio que simplesmente.


E porque ninguém não levantou uma única suspeita de que Florence realmente teria deixado o Theo Van Hoosier morrer por ela ter lhe negligenciado o spray dele?


            Covenhamos que por mais que tenha sido bem pensado, o plano de Florence tinha falhas, mas ainda assim no final do livro ela é passada por boazinha.


E a Srta. Grouse bem que poderia ter confirmado que estava viva após o acidente na escada com a Srta. Taylor


E como ficou a relação de Giles com Florence, após ela ter matado 2 pessoas em um só dia?


            Tudo bem que ele estava adormecido, mas tudo foi muito forçadamente armado. Por mais que ela tenha se passado por Srta. Taylor e ido a estação, creio que uma garota próxima aos 13 anos, magra como Florence era, conseguiria se passar por uma preceptora, e pela obsessão de Taylor por Giles, ela não abandonaria Blithe sem ao menos levar Giles com ela, a não ser que tivesse sido morta.


E ninguém ao menos achou que ela era louca por ter quebrado todos os espelhos da casa?


            Gente, todos os cômodos tinham espelhos, ela os quebrou e despareceu com eles, e ninguém suspeitou que isto fora provocado por Florence? Simplesmente notaram o sumiço do grande espelho da entrada de Blithe.


Pois é, realmente a erros aqui que me intrigam e me levam a não estrelar em 5, pois achei isto simplesmente falhas imperdoáveis, quem já leu, comente, quem não leu e acabou lendo este post, me perdoe, mas avisei!


 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pai, posso ser bibliófilo?

Meus queridos leitores, recentemente eu tenho acordado o lado de mim que gosta de ler! Desde minha infância inocente eu sempre quis ler por curiosidade, li vários livros, mas com o surgimento da tecnologia na minha vida eu os abandonei, lembro que a última vez que em que eu li livros consecutivos foi em 2008 quando o meu PlayStation 2 quebrou, tive que mandar para o Rio, pois tinha comprado lá e tinha que esperar que um amigo do meu pai, que estava de férias lá, o pegasse, levasse para João Pessoa, e meu pai iria para João Pessoa (à menos de duas horas de Recife, se não me engano) e trazer meu PS2 de volta para casa, neste longo período que fora de uma espera de 1 mês e meio, eu voltei as minhas leituras, li vários livros da biblioteca do meu colégio, li uma coleção de clássicos resumidos quase por inteiro, pois quando terminava um aparecia um novo da coleção, li títulos como Gulliver, Tow Sawyer e Sherlock Holmes e vários outros que estavam lá disponíveis, foi uma locura.


Enfim, eu retomei esta minha vontade de ler livros quando redescobri a lista de best-seller da NYT e entrei no meu curso de inglês onde encontrei uma biblioteca com ótimos títulos. Sendo filho da pai que tenho como poderia eu, Marcos Capella, nega uma boa leitura tanto tempo assim, antes de Wolf Winter eu "li" Marley e Eu, que na verdade era um Audiolivro que ouvi pelo meu iPod; quando era pequena meu pai olhava para mim, ia à livraria mais próxima, comprava um livro e arremessava-o na minha cara com força e gritava "LEIA!", tá OK, claro que não foi assim, mas sempre recebi este incentivo, mas passei a ler livros de bibliotecas com esta frequencia pois MEU PAI ESTÁ ME NEGANDO A LITERATURA, sendo ele um estudante de LETRAS, gente que horror, não falando sério, ele falou que se eu quisesse livros teria que pagá-los, só que estamos próximos ao lançamento dos novos iPods, e eu estive juntando meu dinheiro este longo tempo exatamente para isso, com a minha humilde mesada de setenta, não teria como comprar os livros, só uns 3 por mês. Então como eu estou apenas no desejo tinha criado uma lista de livros que quero ler, e coloquei na lista de tarefas do meu gmail, e aqui vai para vocês (com links e preços), os livros >



  1. Wolf Winter, Clare Francis [LIDO] Amazon (Paperback ~US$6,60)Livraria Cultura (Paperback R$5,73) (Español)

  2. About a Boy, Nick Hornby [Leitura em progresso] Amazon (Paperback US$10,80)

  3. Wicked, Gregory Maguire Amazon (Mass Market Paperback US$7,99) ou Hardcover US$17,81

  4. Son Of A Witch, Gregory Maguire Amazon (Mass Market Paperback US$7,99) ou Hardcover US$17,79

  5. The Girl Who Kicked The Hornet's Nest, Stieg Larsson Amazon (Hardcover US$11,92)
    A Rainha do Castelo de Ar (Versão Português Brasileiro) Lojas Americanas (Brochura R$21,90)

  6. Sh*t My Dad Says, Justin Halpern Amazon (Hardcover US$8,79)

  7. Billy Boyle: A World War II Mistery, James R. Benn Amazon (Hardcover US$22,31) ou Paperback US$9,36

  8. Eldest, Christofer Paolini [TENHO] Livraria Cultura (Brochura R$49,50)

  9. Mentes Perigosas, Ana Beatriz Barbosa Silva [TENHO] Livraria Cultura (Brochura R$36,90 e eBook [ePub] R$28,90)

  10. Fortaleza Digital, Dan Brown [TENHO] Livraria Cultura (Brochura R$19,90)

  11. A Menina que não sabia Ler, John Harding [TENHO] Livraria Cultura (Brochura R$39,90)

  12. Percy Jackson e os Olimpianos - O Mar de Monstros, Rick Riordan Lojas Americanas (Brochura R$17,80)