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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Anotações do Semestre

Meu semestre acabou. O 2º período na faculdade ficou para trás assim como o 1º ciclo na universidade, agora eu irei para o 3º período e também irei para o departamento jurídico. Sinto como se eu estivesse realmente começando a universidade.


Este semestre foi muito difícil para mim. Eu me senti terrivelmente "para baixo", nunca me veio nada assim antes. Enquanto que no começo do ano eu me abri ao máximo e apostei todas as fichas nas pessoas novas, neste semestre eu coloquei um pé para trás e decidi me fechar. Eu havia escrito um texto aqui no blog que era mais um pedido de socorro. Eu me diminui aos números, coloquei meu conhecimento em artigos e meu potencial no muro e comparei com os outros. No muro também estava o futuro que eu desejei para mim e comecei a perceber que as minhas grandes expectativas eram tolas.


Comecei ridicularizando aquele "eu" que tinha acabado de se formar no Ensino Médio. Falei para ele que todos os seus esforços não passaram de meras tentativas e que suas ambições eram infantis, assim como suas manias. Ordenei-o que retornasse, meia volta para o passado e que tente corrigir seja lá o que tenha ele feito de errado.


Sem o passado, eu me voltei para o presente. No presente eu olhei para "eu" e o mandei olhar para seus ídolos. Mostrei a ele o quão diferente ele era deles e os ridicularizei. Suas ambições eram fúteis, suas vidas um grande teatro, sua fala uma grande mentira. Ordenei-o que viesse a mim e que olhasse por mim e que não me deixasse ser errado.


Tudo que eu precisei foi me valorizar. Eu acreditei que eu iria conseguir alcançar o que queria sendo cada vez mais exigente. Eu fiz tanto, fiz tanta coisa que eu achei que não valia de nada, haveria outros que estão num caminho melhor do que eu. Mas eu sou diferente sim, eu faço tudo da maneira mais absurda e encaro os fatos da maneira mais errada, mas são meus erros que tornam o que faço especial. Só queria uma aprovação, que olhassem para mim e falassem que eu estava indo bem, mas tudo que precisei foi pensar: VAI À MERDA.


Eu sou o máximo de mim! Pretensão querer admitir mas eu precisava reconhecer para sair da lama. O melhor que eu posso fazer não é superar os outros e sim a mim mesmo. Eu precisei entender que a única coisa a ser superada era "eu".


Eu o agarrei pela manga e o desafiei.


Se querem que eu seja um conjunto de números, que minha experiência na universidade fosse mais nada que um boletim com estatísticas e proporções, então eu decidi escolher somente a mim como oponente. E foi assim que eu acreditei mais em mim.


As provas finais foram bem melhores porque eu pensei "Se eu conseguir fazer melhor, já tá ótimo! Se eu for pior, gente... eu fui muito bem nas provas passadas".


As pessoas têm diversos desafios. Alguns podem achar até tolo que alguém leve seu curso na faculdade tão a sério, mas há quem leve uma amizade a sério, um carro a sério, dinheiro a sério, jogos a sério, bebida a sério ou qualquer outra coisa. Sempre precisamos vencer somente a nós mesmos.


"Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas." (CHBOSKY, Stephen. As Vantagens de Ser Invisível. p. 221)

domingo, 29 de setembro de 2013

3 anos e 3 dias de Gonca livros!

Olá, queridos leitores! Eu sou Marcos Capella e esta é a comemoração de 3 anos e 3 dias do meu querido blog, o Gonca livros.


anviersario 3 anos


É assustador como o tempo passa rápido. O Gonca já tem 3 anos, pensar que eu agora tenho 18 e estou na universidade e quando comecei este blog estava no 2º semestre do 1º ano no ensino médio, tinha 15 anos, usava aparelho, escrevia textos estranhos no moleskine que havia ganho no aniversário, e passava meus intervalos do curso de inglês sozinho na biblioteca. Tudo começou com uma prateleira na estante do quarto da minha irmã, aliás minha primeira resenha, a que marca o início do blog, já se encontrava lá, Fortaleza Digital e A Menina que Não Sabia Ler eram meus xodós, não tenho uma grande estante, graças às quantidades de livros que pegava na biblioteca, mas eu a amo.




[caption id="attachment_779" align="alignright" width="300"]Tudo começou com uma prateleira na estante do quarto da minha irmã Tudo começou com uma prateleira na estante do quarto da minha irmã[/caption]

Muita coisa mudou desde então, passei a estudar pela manhã no 2º ano e me rendeu novos amigos, novas experiências e uma nova rotina. Com uma mesada curta eu comprava meus livros e ganhava vários pelos correios graças às parcerias de grandes editoras nacionais que me ajudaram a continuar escrevendo este blog.


Nesses 3 anos, eu passei por várias fases. A fase em que quero ser escritor, a fase que queria ser diferente, a fase que queria ser desenvolvedor, a fase que só lia livro clássico e a outra que lia os trendies, teve fase em que eu queria fazer esportes e eu até comecei a ir a uma academia, mas nada de esportes, teve fase que queria viajar o mundo e outras que sofria para que nada me fizesse sair do Recife.


Nesses 3 anos muitas páginas passaram pelos meus dedos. Desde o sangue dos assassinatos do meu favorito "A Trilogia Millennium" de Stieg Larsson aos botões de um leitor digital que me guiaram pela biografia de Steve Jobs alguns meses após sua morte. Todos os personagens que li até agora me dão saudades, Percy Jackson em suas aventuras gregas que me renderam boas notas em História Geral  (2º, 3º, 4º e 5º resenha da série Percy aqui) ou o pequeno Jack que ganhou minha torcida na fuga do Quarto. Fui para o Brasil imperial com Brás Cubas e andarilhei o sertão em Seara Vermelha.


Realmente não há nada melhor que eu tenha feito do que compartilhar minha leitura com vocês. Obrigado por todos que um dia leram o Gonca livros, qualquer um que passou aqui nem que seja para filar a resenha das meninas que escreveram aqui, Isabela e Monyque.


Quando comecei isso tudo eu não pensei que estaria ainda agora escrevendo para o Gonca, mesmo que não seja com a frequência de antigamente, mas ao menos estou aqui e sou contente por dizer que fiz algo que preste. O Gonca tem vida, ele não precisa tanto de mim para respirar o que auxilia principalmente nestes tempos em que a faculdade de Direito tem se tornado 80% da minha vida e estou contente com isso.


Obrigado todos! Obrigado muito!

domingo, 18 de agosto de 2013

Ler, ler, ler, ler, ler, ler!!!

Ultimamente eu tenho lido muito. Talvez vocês estejam pensando que eu acabei todos os meus livros que comprei durante as férias, mas na verdade estou falando sobre os livros da faculdade. Comecei meu 2º período da faculdade de Direito e agora pago cadeiras que são carro-chefe do curso: Direito Penal 1, Direito Civil 1 e Direito Constitucional 1.


Terminei meu primeiro período na faculdade com uma boa média, eu fiquei com 8,6. Não fiquei muito satisfeito , pois eu tenho esta ambição de chamar atenção dos professores do meu potencial. Realmente acredito em mim. Mas infelizmente não atingi um bonito 9 ali na casa das unidades, mas fiquei acima de uma boa parte da turma.


Acontece que agora eu estudo muito mais do que eu estudava. Não é porque eu estou com muito texto para ler, mas porque eu não estou conseguindo estudar. Todo dia eu sento na mesa da sala e começo a ler, só que logo me vem uma frustração em alguma parte e passo a não entender, isso tudo resulta numa ansiedade de terminar de ler e aprender logo que se agrava com o barulho que é a miha casa e acaba por me tirar da mesa e ir me distrair. Isso destrói o meu plano. Culpo-me por não conseguir ler e entender na velocidade que queria. Agora chego nas aulas sem ter lido todo o material. Os professores vão adiantando assuntos e só consigo acompanhar poucas cadeiras, como Penal 1, que tem sido a minha favorita, e Civil 1. Nessa grande tormenta, eu vou vendo as oportunidades esvaindo e criei em mim esta sensação que de repente eu não seja tão especial como eu acredite.


Junto isso ao fato de não conseguir manter o blog. Vocês devem perceber que minhas editoras favoritas não adicionaram o Gonca aos listões dos blogs parceiros e além de estar escrevendo só, e olhem que nem escrever mais consigo.


Eu não falei com ninguém destas minhas poucas frustrações porque meu orgulho me faz recuar ao afirmar que eu estou tendo dificuldades não só com a faculdade, mas em vários outras aspectos que criei um compromisso e não estou conseguindo firmá-los. O único momento que sinto que eu realmente consigo sentir que eu sei que posso fazer mais é no meio da semana quando tenho meus cursos de Francês (terças e quintas) e de Inglês (quartas). O Francês principalmente tem sido ótimo. Começar algo do zero é tão bom, me faz sentir perfeito.


Não me preocupo com a possibilidade de repetir cadeira ou de ter que parar de escrever e ler por um bom tempo, mas eu me preocupo sim com o fato de não conseguir fazer essas coisas 100%. Quero ter as melhores notas, quero ler os melhores livros e ter o melhor blog literário, mas eu não consigo!


Este pensamento horrível vem me atacando cada vez mais de que talvez eu não seja o mais criativo, o mais empenhando, o mais único ou que eu seja capaz. Um aluno nota 7 é o que eu tenho me sentido. Um aluno nota 7 é aquele que nem é ruim e nem é o melhor, mas fica com as posições que nem são boas e nem são ruins.


Talvez eu seja arrogante o suficiente para me trapacear. Talvez eu seja tão agitado que não consiga entender o que se passa nas páginas desses livros e livros que tenho lido. O barulho da minha casa me atrapalha e o pisca pisca das notificações do celular mais ainda. Eu sei exatamente como resolver tudo isso. Eu sei exatamente o que fazer para tornar tudo isso melhor, mas eu tenho medo.


Eu tenho medo de arriscar, de me diminuir para poder melhorar tudo isso. Eu quero alcançar meus objetivos, mas eu me traio tanto que o fato de eu estar na frente do computador escrevendo para o blog qual não posto desde último dia 25 me faz sentir que eu estou nada mais e nada menos que procrastinando.


Eu só queria que alguém viesse para mim e me dissesse que o que estou fazendo é o suficiente e estou indo bem demais, para aqueles que não estão em alguma faculdade, não sabem o quão frustrante é assistir uma aula que o professor fala sobre seus grandes feitos, sua grande carreira e como eles estudavam 5 vezes mais do que vocês... e olha só, vocês está aqui escrevendo praticamente pedindo atenção.


Não sei a quem pedir ajuda.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Ganhador do Sorteio "Gregor, O Guerreiro da Superfície" por Suzanne Collins



Olá, queridos leitores! Demorei uns dias para poder divulgar o resultado, mas aqui está!

 

a Rafflecopter giveaway


 

Parabéns, Juliana! Como regra, estaremos esperando a resposta ao e-mail em 72 horas, caso não seja respondido outra pessoa será sorteada.

sábado, 11 de maio de 2013

Formas de Organizar a Estante

Olá, queridos leitores. Esses dias eu estive pensando em maneiras diferentes de organizar a minha estante. Tem sido o mesmo jeito desde que comecei minha coleção. Fui pesquisando na internet e cheguei a uma lista de formas de organizar as estantes bastante populares entre os bookworms. Como você organiza a sua?



Alfabeticamente


Eu acho que organizar alfabeticamente os livros é um extinto natural. Há várias formas de se organizar alfabeticamente. Pode ser como eles fazem nas bibliotecas, pelo sobrenome do autor do livro. É assim que eu organizo a minha estante.




[caption id="attachment_550" align="aligncenter" width="630"]Um pedaço da minha estante Um pedaço da minha estante[/caption]

Organizar pelo sobrenome do autor faz com que as coleções estejam juntas e que a estante pareça diversa. Os livros pelo mesmo autor, eu organizo por ordem de lançamento. Por exemplo, ali no meu trechinho do Dan Brown, Fortaleza Digital está antes do Símbolo Perdido porque aquela foi lançada antes desta.


Na organização alfabética, o pior erro é organizar por título. Dessa forma os livros se bagunçam e se perdem. Vai virar um misto de editoras e de tamanhos, as séries se separam. Não é uma boa ideia.


Ordem alfabética pelo primeiro nome do autor cria o mesmo efeito do sobrenome. É só uma questão de catálogo.



Editoras


E é dessa forma que eu venho pensando em organizar meus livros. Organizar por editora é simples. Os livros de uma mesma editora normalmente tem o mesmo tamanho, dessa forma a estante fica mais uniforme e o melhor de tudo... lembra as livrarias.


A maioria das livrarias organizam os livros por editora, criando um aspecto de organização perfeito. Eu pessoalmente gosto de fazer com que a minha estante lembre bibliotecas, sebos, estantes... há algo muito legal nisso.




[caption id="" align="aligncenter" width="614"] Os livros da mesma editora ficam na mesma altura[/caption]

Eu vou organizar minha estante assim e vou fazer nos seguintes passos:

  1. Separar os livros da mesma editora

  2. Organizar os grupos por ordem alfabética do sobrenome do autor

  3. Organizar os grupos em ordem alfabética na estante. Ex.: Editora Arqueiro < Editora iD > Editora Intrínseca < Editora Galera Record


Creio que deva ficar uma organização perfeita!

Gênero


Que tal organizar os livros pelo gênero deles? Um pouco mais difícil, mas não precisa ser tão preciso. Na organização por gênero os autores parecidos se encontram na sua estante. Nicholas Spark e Ben Sherwood (com Morte e Vida de Charlie St. Cloud), Rick Riordan e Suzanne Collins, Stieg Larsson, Dan Brown e John Grisham, etc.

Arco-íris


A forma mais desorganizada que encontrei, mas ainda assim quero mencionar. Organizar os livros por cor só é muito bonito, mas você vai passar dias procurando por eles hehehehe. Há um grupo no Flickr com várias fotos de estante super coloridas, é o Rainbow of Books.



 

Cronologicamente


Ou Autobiograficamente. A forma é simples, você organiza os livros na medida que os compra ou que os termina de ler. Acho essa forma super interessante! A ideia é transformar sua estante numa espécie de autobiografia. Você vai ver os livros que você leu há dois anos atrás e compará-los com os que ler hoje. Dessa forma, quem ver a sua estante vai poder entender um pouco mais sobre você e sobre as fases da sua vida.


Hoje quando penso nos livros que em 2011 eu até dou poucas risadas, mas é bom lembrar deles. Queria organizar a minha estante dessa forma, mas eu iria acabar bagunçando tudo. Vou deixar isso para quando eu for velhinho e meus netos perguntaram o que diabos são aqueles montes de papeis guardados na minha estante.



Pilhar


A ideia da estante é organizar os livros em pé, mas que tal colocar uns ou outros deitados. Organizar os livros deitados permite que você leia seus títulos logo de cara e você pode utilizar como apoio para adicionar vários itens decorativos por cima deles. Para fazer as pilhas você precisa saber como vai organizá-los.


E essa foi minha lista de formas interessantes e funcionais de como organizar a sua estante. Espero que você faça um bom trabalho!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

30 DIAS DE LIVROS: 22º - Uma série de livros que você não gostaria que acabasse

22º dia: Uma série de livros que você não gostaria que acabasse


themortalinstrumentsA pergunta é sobre uma série em curso que eu não queira que não acabe, por que se fosse uma que não queria que tivesse acabado sem dúvidas seria Trilogia Millennium.


Eu só li os dois primeiros livros da série e faz muito tempo que li o primeiro, foi em 2010, mas já gostei bastante. Estou em busca do terceiro e espero ler o mais cedo o possível.


A série Os Instrumentos Mortais, no Brasil, é uma das séries que prometem marcar a mídia mundial. Alguns até arriscam em dizer que será como um novo Harry Potter, mas eu duvido muito. Há vários elementos diversos no livro, de personagens homossexuais a vampiros, e isso é um risco para o diretor da adaptação cinematográfica que pode, num fácil deslize, tornar a série tão popularmente mal falada como foi a série Crepúsculo - que já era ruim desde o papel.


Aqui está a resenha para "Cidade dos Ossos - 1º livro" e "Cidade das Cinzas - 2º livro"


sábado, 25 de setembro de 2010

Tayary Jones sobre Recife e Brasil

Claro que tive curiosidades sobre a estadia de Tayari Jones em Recife, então eu joguei no youtube um vídeo dela falando sobre Recife e Brasil também, e claro, achei. É um vídeo curto, mas só precisava deste vídeo para poder ficar feliz.


Tayari Jones esteve na ABA!?


Quando eu fui entregar o livro "Leaving Atlanta" eu tinha percebido que a pessoa que havia escrito na capa interna do livro não era uma pessoa qualquer, quando eu estava na fila eu descobri que quem havia autografado, isso mesmo autografado, o livro foi a própria autora, a Tayari Jones, gostei tanto do livro dela que procurei por "The Untelling" e achei-o também autografado! FASCINANTE, louco para lê-lo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

[RESENHA] Leaving Atlanta de Tayari Jones

E este livro me veio como um acidente, eu estava em mais um intervalo do curso de inglês, e resolvi escolher um livro para poder acalmar o suspense de "Fortaleza Digital" por Dan Brown, o fim de semana passado foi uma leitura tranquila, eu estava lendo leaving atlanta e depois fortaleza digital, mas numa noite de domingo fui checar minha agenda para ver se teria algo diferente no colégio, e a semana toda foi de testes, fiquei com curtos tempos para minha querida leitura e então decidi dar a preferência para este livro pois era um livro de biblioteca e tals e como hoje foi simulado no meu colégio, eu fui para lá de manhã às 8h e sair às 11h e fiquei com a tarde para mim, apenas terminei de ler ele não cheguei a tocar o outro.


Mas ocorre que simplesmente gostei bastante do livro, e não precisa ser afro para lê-lo é para todas raças.




Amazon, Hardcover edition US$23,45


Meus pensamentos (Skoob)


19/09


19% "Incrível como me interessei pela simples vida de Tasha, mas covenhamos que Monica é uma viada!!! que menina porre, me segurei para não continuar a leitura..."


20/09


38% "Na parte 2 do livro, a autora muda da vida de LaTasha para Rodney, e o jeito que ela escolheu para narrar é horrível, é na segunda pessoa!!! Nunca li nada narrado na segunda pessoa! É como se você tivesse sofrido um acidente, perdido a memória e do nada alguém escreve um livro lhe entregando as suas lembranças perdidas! A história tá legal, só espero que tenha uma parte 3 onde volte a LaTasha ou ao menos volte na terceira pessoa!"


21/09


53% "O livro ainda está bastante interessante apesar da segunda parte ter sido na segunda pessoa agora eu estou entrando para a terceira parte, e se não me engano agora é na primeira!!!"


22/09


65% "comecei lendo leaving atlanta para não ficar aliviar o mistério de Fortaleza Digital e agora estou com muito pouco tempo e estou dando preferência à este pois é um livro de biblioteca e melhor entregar logo! A história está ficando, tudo se encaixando, Como tive muitos testes esta semana, creio q só na sexta der para ler mesmo, vou não terei aula!"


23/09


78% "consegui um tempo maior, mas ainda não suficiente, ao menos amanhã não irei para o colégio e terei mais tempo para mim! O Livro está ótimo e o final continua um mistério e ainda me pergunto sobre o título do livro!"


24/09


100% "ótima história, e o título é perfeito de todo jeito, quando cheguei a última página, comecei a sentir saudades do livro."<!--more-->



terça-feira, 21 de setembro de 2010

Amigos, Livros e a média

Hoje foi até um da engraçado pois eu estava falando com meus amigos sobre livros, já que estávamos fazendo nossos exercícios de Gramática e meus amigos não teem muitos assuntos além do que se passa na TV Aberta no fim de semana, até que Malu, uma menina que senta perto de mim (lê-se colega, amiga), reclmou por eu querer dar uma de cult, que foi totalmente engraçado pois Malu é meio rabungenta e no twitter e nas comu dela ela é totalmente diferente, mas ainda gosto dela. E foi neste momento em que percebi que é exatamente o que a média pensa, Malu é uma típica leitora de média da américa latina, ler livros avulsos e no final do ano totalizam uns míseros 5 ou 6, e por achar que eu estava lendo muitos livros para fazer "cult" ela simplesmente confirmava a ignorância de seu estado! Logo ela falou que eu não me importava com os livros, simplesmente os lia aos montes só para dizer que os leu, se ela fosse uma leitora apaixonada como todos nós somos perceberia que é quase que um instinto, assim que lemos um livro, ficamos loucos para ler outro livro de nossa pilha já comprada de novos livros.
Assim como ela que gostava de assistir RBD (#lol) assiduamente em vários capítulos, o leitor ler várias histórias assiduamente.
@marfilgonca

Ah! A primaveira, doce primaveira!


Quando eu acordei no sábado às 4:30 eu fui para a varanda tomar um ar fresco, quando reparei que as árvores da avenida santos dumont e a do british country club e vi que as árvores já exibiam as flores, seria um sinal de primaveira!? Pois é, quando se passa muitos dias acordando cedo involuntariamente você fica com problemas...

domingo, 19 de setembro de 2010

Olá, mundo!

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

[RESENHA] A Cabana de William P. Young

E este é outro livro que eu me agraciei por 3 dias! É o quarto livro em que eu estou fazendo a resenha aqui no blog, e realmente achei um ótimo livro, apesar de ser de auto-ajuda e tals. Eu o comprei junto com O Menina de Pijama Listrado, e foi barato custou só R$24, mas na americanas estava por R$19. Vale a pena a leitura.


Meus pensamentos (Skoob)


33% "O livro é fascinante, comecei a lê-lo quando cheguei do colégio às 19 e ao fechá-lo me intriguei ao ver que tinha lido tanto, e tinha parecido tão pouco. A história é religiosa, creio eu, mas está sendo uma boa leitura, louco pelo sábado para ter o dia todo para descobrí-lo. Nota: Descobrir que deus era uma mulhere alta e negra, um hebreu e uma asiática foi fantástico"


50% "A história continua fascinante, mas fiquei pensando, quando Mack sairá da cabana e voltará para casa? como é que dará tempo de ele estar em casa antes de Nan voltar com as crianças da viagem dela, já que Mack está tão entretido com Deus, Jesus e o Espírito Santo."


100% "O livro é fantástico, realmente fiquei bastante entretido na leitura, há pontos em que parecia que lia um livro de ensino religioso do meu colégio, mas o jeito que o autor escolheu para se referir à Deus, Jesus e o Espírito Santo faz com que você esqueça desse detalhe e os veja como pessoas.


Deus é uma mulher negra, Jesus um hebreu narigudo e o Espírito Santo é uma asiática estranha com nome de Sarayu. São ensinamentos ótimos, apesar de que a grande maioria não os levarei pois não sou envangélico, mas ainda assim há ensinamentos para toda uma vida não importando a religião.


Fantástico!"<!--more-->


Título


Não tenho como questionar a escolha do título, já que maior parte da história passa enquanto Mack (personagem principal) se encontra dentro da cabana com Deus.


Resumão


Mackenzie Allen é um típico cristão que visita a igreja, mas acaba não exercendo a sua função. Quando criança, seu pai bebia muito e batia com força nele e em sua mãe, quando um dia Mack fugiu de casa e colocou veneno em todas as garrafas de bebidas que pode encontrar e foi embora. Já adulto, a volta dos 52 anos (se não me engano), Mack tem lindos filhos e linda esposa, até que um dia quando foram acampar, Kate fora com Josh andar de canoa, e a canoa virou e Mack correu desesperadamente para salvá-los, quando o sufoco acabou ele percebe que sua filha menor, Missy, tinha sumido, e de acordo com os relatos das outras famílias que estavam acampando na mesma área, um homem em uma pick-up verde estava com uma garotinha de vestido vermelho dentro do carro, e ele a maltratava, esta garota era Missy, que logo descobre que o sequestrador já havia matado outras 4 crianças. Missy morre, Mack não encontra o corpo dela, Kate se culpa pela morte da irmã, Nan (esposa de Mack) fica triste e ora todas as noites em busca de ajuda de Papai (modo como ela se designava à Deus).


Após 4 anos da morte de Missy, Mack reencontra um bilhete que havia encontrado na caixa de correios há 4 anos, e nesta carta havia escrito que ele deveria encontrar Papai na cabana, exatamente a cabana onde a sua filha fora morte, a reação de Mack é de brincadeira sem graça, já que ele odiava o seu pai e a última pessoa que conhecia que recebia este título também era Deus. Seria realmente Deus que queria reencontrar Mack na cabana? E porque lá? A cabana que guardava toda a sua dor de ter falhado com sua filha Missy?


Sobre o livro e o autor


O livro é realmente fantástico o jeito como Young fla sobre os ensinamentos da Bíblia e como Deus realmente reage com todos os seus filhos é bastante encantador, eu não sou evangélico (creio ser esta a religião destinada) e também não acredito em muita coisa na Bíblia, prefiro dizer que realmente não acredito na Bíblia, mas para os que sim, este livro é um ensinamento fantástico de como perdoar os amigos e inimigos!


O autor não é o Diabo! É William P. Young, escritor deste livro de título original The Shack, e ele é teólogo, e decidiu escrever este best-selloer da lista da New York Times Best-Seller List, só não sei de que ano foi, mas foi. Realmente é um ótimo autor, do gênero ele não passa, realmente achei as palavras dele melhor para este gênero de livros, os livros de auto-ajuda.

sábado, 18 de setembro de 2010

[RESENHA] O Menino do Pijama Listrado de John Boyne

Este é quarto livro no qual eu estou escrevendo a minha resenha aqui no blog, é fato que eu demorei para poder mostrar a minha opinião aqui no blog, mas também tudo isso ocorreu porque eu estava seriamente entretido na leitura de "A Cabana" por William P. Young. Encontrei este livro na lista de mais 'vou ler' da rede social de leitores Skoob, na manhã da segunda-feira eu estava decidido a comprar novos livros para mim, eu estava ficando com poucos e não suportava ver aquilo, me sobravam apenas Eldest e The Adventures of Huckleberry Finn, então decidi usar meu próprio dinheiro para poder adquirir os novos livros, já que meu pai simplesmente demorava demais para poder fazer isso, quando estava na livraria olhei para o livro e a capa me recordava o site e decidi levá-lo comigo a todo custo, logo após ter encontrado "A Cabana" fui ao caixa onde eu tinha percebido que este livro tinha me custado R$34 enquanto o outro foi apenas R$24, apesar disso prosseguir, não o li no mesmo dia, pois A Menina que Não Sabia Ler ainda me abalava com todos os seus mistérios, mas simplesmente passamos por cima disto tudo. Então aqui vai à vocês a minha resenha de O Menino de Pijama Listrado do ótimo autor, John Boyne.




Meus pensamentos (Skoob)


"o autor usa trechos repetidos, mas mesmo assim é uma leitura muito boa, ótima para se ler em descansos de outros livros [...]."


"finalmente o menino do pijama listrado, Shmuel apareceu [...]."<!--more-->


Título


Há quem fale que o título fora mal escolhido pois Shmuel, o verdadeiro menino do pijama listrado, só aparece na metade do livro, mas a escolha do título é simplesmente perfeita, pois a grande mensagem do livro é a maravilhosa amizade enter Bruno (personagem principal) e Shmuel.


Resumão


Enfim, este livro é um livro sobre a época do nazismo, e ele já foi adaptado para os filmes, mas ainda assim vale a pena a leitura, este livro só tem míseras 180 páginas mais ou menos, e me remete ao tempo das aulas de leitura que a professora nos dava aqueles para-didáticos para leitura.




Bruno é um garoto de 9 anos que está se mudando de sua cidade, Berlim, para outra casa no campo de concentração de Haja-Vista, ele está se mudando por causa de seu pai que é um soldado do exército alemão, que está em plena guerra nazista.


Ele tem que enfrentar o fato de estar em uma casa no meio do nada, perder os seus três melhores amigos, e os 5 andares de sua antiga casa. Desafios fúteis, mas que para uma criança como Bruno, tudo isto era muito bem valorizado para ele. Da janela do quarto de Bruno ele observa "uma fazenda", na qual ele começa a se questionar o que exatamente aquilo era, eram pessoas andando para cima e para baixo com pijamas listrados, claro que ele se questionava, mas aquilo tudo era como uma aventura para ele, até que em uma de suas aventuras ele acaba por descobrir o melhor amigo da sua vida, com quem nunca havia brincado.


É realmente uma ótima história.


Sobre o Livro


Este livro é fascinante, ele tem poucas páginas e de acordo com outros leitores o autor, John Boyne escreveu ele em apenas 2 dias, livro foi best-seller e ainda ganhou sua versão para as telonas (globo feelings), realmente é muito interessante como o autor usa as palavras, era como se uma criança falasse de outra criança, mas ainda assim não é um livro para garotos de 9 anos, como diz o autor na orelha esquerda do livro.


Creio que este livro é muito bom, o final é deixado como suspense, mas não estraga nada, mas ainda assim é como se pedisse para que você veja o filme e lá encontrará a resposta, do filme ao livro há pequenas alterações, mas ainda assim não tira a magia do livro.


Leia!


Extras



http://www.youtube.com/v/j3fK0p3x0RE?fs=1&hl=pt_BR&color1=0xe1600f&color2=0xfebd01

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Só para os já leitores de “A Menina que não sabia Ler” de John Harding

Agora vou continuar com minha resenha, mas eu peço para os que não leiam que não continuem, a não ser que pretendam saber detalhes da história final.


            Não se vocês perceberam, mas no final do livro, há certas perguntas que ficaram em minha cabeça, como se tivessem arrancado páginas do livro. Lá vão todas as minhas dúvidas.<!--more-->


Porque o tio de Florence não queria que ela lê-se?


            A Srta. Grouse e a Sra. Van Hoosier eram mulheres e estudiosas leitoras, então sem dúvidas já tiveram aulas apesar da época, a Srta. Taylor falou que era algo muito estranho e desconhecido do fato do tio de Florence a proibi-la de tal forma, então porque diabos essa proibição?


A leitura excessiva de Florence não a levou a uma espécie de alucinação ou algo parecido, que a levou a crer que a Srta. Taylor era uma bruxa.


            Apesar de tudo que aconteceu, o fato dos espelhos, o andar sobre a água, e a corrida veloz pelo bosque, talvez a Florence simplesmente ficasse muito obcecada com o irmão e começou a ficar meio que super protetora, imaginando que uma preceptora novata queria roubar seu irmão, mas se eu estiver certo isto também não explicaria o comportamento estranho da Srta. Taylor, como não comer, não dormir a noite inteira, tratar os outros indiferentes, temer os Van Hoosier, e ter feito o que fez com Florence quando suspeitou que ela tinha pego as suas pesagens para França.


E o fato dela encontrar a Srta. Taylor todas as noites falando que poderia comer Giles, não signifique exatamente que ela realmente queira o comer, mas sim uma espécie de carinho ou algo assim, pois de acordo com o foto que ela encontrou dentro da Bíblia da Srta. Taylor após ter jogado ela dentro do poço, tinha ela junto com um homem e um bebê, o que significava que a obsessão de Taylor por Giles poderia ser simplesmente a falta que o seu filho trazia a ela, mas ela também poderia ser a mãe de Giles, pois nas fotos que ela encontrou no quarto da Sra. Grouse, não tinha a cabeça da mãe de Giles nas fotos e deixou esse mistério aberto assim meio que simplesmente.


E porque ninguém não levantou uma única suspeita de que Florence realmente teria deixado o Theo Van Hoosier morrer por ela ter lhe negligenciado o spray dele?


            Covenhamos que por mais que tenha sido bem pensado, o plano de Florence tinha falhas, mas ainda assim no final do livro ela é passada por boazinha.


E a Srta. Grouse bem que poderia ter confirmado que estava viva após o acidente na escada com a Srta. Taylor


E como ficou a relação de Giles com Florence, após ela ter matado 2 pessoas em um só dia?


            Tudo bem que ele estava adormecido, mas tudo foi muito forçadamente armado. Por mais que ela tenha se passado por Srta. Taylor e ido a estação, creio que uma garota próxima aos 13 anos, magra como Florence era, conseguiria se passar por uma preceptora, e pela obsessão de Taylor por Giles, ela não abandonaria Blithe sem ao menos levar Giles com ela, a não ser que tivesse sido morta.


E ninguém ao menos achou que ela era louca por ter quebrado todos os espelhos da casa?


            Gente, todos os cômodos tinham espelhos, ela os quebrou e despareceu com eles, e ninguém suspeitou que isto fora provocado por Florence? Simplesmente notaram o sumiço do grande espelho da entrada de Blithe.


Pois é, realmente a erros aqui que me intrigam e me levam a não estrelar em 5, pois achei isto simplesmente falhas imperdoáveis, quem já leu, comente, quem não leu e acabou lendo este post, me perdoe, mas avisei!


 

[RESENHA] A Menina que não Sabia Ler de John Harding

            Este é o terceiro livro que estou escrevendo uma resenha, desta vez ele é recente, as resenhas ainda rolam por aí, e então resolvi escrever a minha também, pois não estou concordando em muitos aspectos do livro. Este livro é um best-seller nas livrarias brasileiras e sem dúvidas é um ótimo vira-página, eu simplesmente fiquei preso a leitura do livro, terminei ele em três dias, são 282 páginas, muito bom e ótima história.




            Então, diferente do que eu fazia antes, eu resolvi pegar meu caderninho moleskine e começar a tomar notas sobre o livro para poder postar aqui no blog, então antes do resumão aqui vão meus pensamentos sobre o livro.


Meus pensamentos


“Leitura fácil, história lhe puxa, levando-o a leitura impulsiva”


“Começo do livro parece imaturo, só mais uma história de época, mas você acaba se impressionando no final”.


“Fácil formar todo o cenário na sua mente, sentir as emoções e fazer parte da história”.


“Mistério envolvedor”


“História é bastante fria, magnífico”.<!--more-->


Título


            Decidi comentar sobre o título escolhido para a versão brasileira do livro, o título original inglês é “Florence and Giles” e para o Brasil ficou “A Menina que Não Sabia Ler”, digamos que o título inglês foi boa escolha, se encaixa perfeitamente ao longo da história, mas não é algo que complete, pois a história não é de Florence e Giles, mas sim da obsessão de Florence de proteger o seu irmão, mas se formos mais coerentes o título inglês foi bom pois explica o que tentei falar. O título brasileiro também foi boa escolha, mas é algo que só se encaixa ao começo do livro, mas ao mesmo tempo é um título que guarda todo o mistério da história, começando bobo e terminando triunfante é sem dúvidas uma leitura recomendada para a família inteira, falo isso porque o livro é da minha mãe, ela o tinha comprado nas férias de julho, e o vi andarilhando por ai e resolvi agarrá-lo assim que desistir da leitura de mentes perigosas.


Resumão


            Florence é uma garota de 12 anos que mora na casa Blithe, longe de Nova York, na época de 1891, ela mora com seu meio-irmão mais novo Giles, a governanta Srta. Grouse, os criados Mary, Meg e John. Seus pais morreram e eles viviam à custa de seu tio que nunca olhou para os rostos de seus sobrinhos.


            Florence era educada como toda boa garota de sua época, aprendia a costurar, bordar e cozinhar, mas ela queria algo mais. Durante suas brincadeiras com seu irmão Giles, eles encontram um cômodo em Blithe que nunca fora apresentado, uma linda biblioteca, cheia de livros, Florence ficou encantada, apesar de ser analfabeta por escolha de seu tio, ela começou a ficar interessada pelos livros, ela amava olhá-los e tentar decifrar os códigos gravados nas páginas. Logo decidira que queria aprender a ler, mas a Srta. Grouse lhe alertou sobre o que seu tio tinha dito, ela deveria ser analfabeta, por motivo desconhecido. Mas ela começou a ficar cada vez mais curiosa e começou a se virar em sua leitura, ela observava John lendo o jornal e lhe perguntava os fonemas, e assim aprendeu a ler. Depois disso, foi várias e várias visitas secretas a biblioteca, estudava e se aventurava nos livros.


            Quando seu irmão Giles vai estudar num internato em Nova York, ela começa a sentir falta enorme dele, e valorizando-o cada vez mais, neste longo tempo ela ficava se escondendo e lendo livros, conhecera Theo da casa dos Van Hoosier, ele se tornou sua companhia apesar de não gosta-lo muito dele, por ter-lhe roubado um beijo e lhe chamado de tola.


            Não sei se estaria certo em continuar com este resumão, pois a história é realmente cheia de surpresas, e bastante planejada então eu decidi parar por aqui, deixar-lhes com vontade da leitura sem duvidas seria o melhor que eu pudesse fazer à vocês.


Sobre o Livro


            A Menina que Não Sabia Ler sem dúvidas é o melhor livro que li neste gênero, mas não daria 5 estrelas, logo ao final deste post vocês irão descobrir o porquê. É um livro de 282 páginas, em brochura apenas (como toda editora brasileira), e não recomendo a leitura de sua versão em inglês pelo fato do uso da linguagem no livro, ler na sua língua nativa é o melhor que poderão fazer, aumentar a atenção aos fatos e não ignorar palavras que não saiba a tradução.


            Mas os meus problemas sobre o livro é o final dele, é o fato de como certos fatos foram simplesmente largados e não resolvidos, vou falar sobre isto em outro post, pois quero apenas a leitura dos que já leram o livro, não pretendo estragar a surpresa ou a vontade de leitura para os que pretendem lê-lo.


Sobre o Autor


            John Harding é um escritor inglês fascinante, fiquei realmente surpreso coma história, queria uma leitura leve, algo bem cotidiano e 2 dias depois estava cama paralisando com o que acontecia com Florence, tão entusiasmado e assustado quanto estive durante o final de Wolf Winter, meu primeiro livro da minha temporada.


            Quando comecei a procurar  um livro para ler, eu achei a MQNSL e queria procurar sobre o leitor, ler um pouco sobre ele e as obras que já havia escrito, mas não encontrava de maneira alguma, ele não escolheu o melhor nome para assinar seus livros, na busca do google e da amazon encontrava um guerrilheiro, um político, uma mulher estranha e nada de John Harding, o escritor de A Menina que não sabia ler, também não sabia o título original do livro, então simplesmente chutava o título no google com “The Girl Who Can’t (Couldn’t) Read”, até que fui na página 6 do livro, aquela onde fica as informações dos livros traduzidos e tal, e descobri sobre seu título “Florence and Giles” e ficou mais fácil continuar com a minha busca.


Recomendações


            Sim, sem dúvidas, este é um tipo de livro que você deve correr a aquela livraria ou quiosque de livros mais próxima e achará, pois eu achei, compre-o, pegue-o emprestado, leia-o e o der para todos os seus amigos e familiares lerem, porque meu querido leitor, é realmente um livro muito bom. Espero por uma versão filme, mas não creio assim, pois ele não é tão gigante quanto é para as livrarias locais, mas já vejo o filme rodando em minha cabeça e até as cenas que deveriam ser cortadas, não esquece... Um pequeno delírio, o livro todo não merece receber cortes, é magnifico.


Extras (não importante)


            Terminando a leitura de A Menina que Não Sabia Ler estou caminhando para o mundo maravilhoso de Gregory Maguire através de Wicked e chegando a marca das 1000 páginas nesta minha temporada de leitura, decidi começar a leitura de Wicked segunda, porque passei ontem o dia todo lendo o anterior e isso cansou um pouco minha vista, tenho 0,5 de astigmatismo, não é nada forte, mas leituras grandes demais faz com que fique com dores de cabeça ou enjoado; hoje li apenas o prologo dele que é bastante interessante,  e amanhã vou começar a devorá-lo, se não tiver teste nenhum para esta semana, creio que termine de lê-lo no dia 24/09, este é o meu prazo máximo, o livro tem em volta de 600 páginas, não leio tão rápido assim, mas com o tempo irei me acostumar, aliás quando li Wolf winter eu lia muito devagar, percebi que minha velocidade de leitura aumentou bastante, até com a língua inglesa, que depois de About a Boy vi que estava lendo como se fosse a minha língua nativa. Obrigado e me sigam no twitter @marfilgonca 


 

sábado, 11 de setembro de 2010

Finalmente achei Wicked!


Eu acabei de ahar o livro Wicked de Greogry Maguire aqui disponível nas estantes, eu demorei séculos para poder achá-lo, vou adiar a leitura de Adventures of Huckleberry Finn e vou ler Wicked assim que terminar de ler A Menina Que Não Sabia Ler, creio que e termine de ler este hoje!
O que tem aqui na biblioteca do curso é um mass market paperback de 538 páginas, não vejo a hora de lê-lo! Sigam-me no twitter @marfilgonca

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

[RESENHA] About a Boy de Nick Hornby

Esta é a segunda resenha que eu estarei postando aqui no meu blog. Logo após ter Wolf Winter eu fui à biblioteca entreguei o livro e fui dar uma checada em outros textos por perto, só por curiosidade, aliás não me mataria, eu tinha decidido que iria  ficar uma semana sem ler, mas achei um livro com uma capa interessante e sinopse também, dei uma lida rápida no primeiro capítulo e me interessei facilmente, fui logo pegando o livro e não me arrependi facilmente.



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Resumão


É uma novela sobre um garoto (about a boy) por Hornby, ele conta a vida de Marcus e de Will, Marcus é um garoto de doze anos que mora com a mãe, fiona, em Londres, ele acabaram de se mudar de Cambridge, Fiona acaba de se separar, e isto a deixa um "pouco" depressiva, mas não afeta Marcus que já está acostumado com estes acontecimentos, o pai dele mora em Cambridge e logo omeça a namorar com Lindsey.


Will é um homem com idade em volta de trinta e seis anos, ele não trabalha, pois seu pai é o grande compositor de uma música natalina chamada Santa's super sleigh, e vive dos royalties, ele passa o seu dia ouvindo sua grande coleção de CDs, um pequeno fã de Nirvana e outros. Will chega a um momento em sua vida em que ele queria arrumar um pequeno plano perfeito jo qual ele simplesmente teria que namorar mães solteiras super disponíveis, ele cria uma filho falso chamado Ned e entra para o SPAT (Single Parents - Alone Together / "Cuspidos", Pais solteiros - Sozinhos juntos).


E em um dos e entos da SPAT ele se encontra acidentalmente com um garoto que dia matado um pato do parque com um grande pedaço de pão, este garoto é o Marcus, e é neste momento que a vida deles se cruzam de um jeito que muitas pessoas vão começar a se questionarem.


Sobre a História


O mais interessante sobre o livro é simplesmente o fato de como o relacionamento entre Marcus e Will começou, eles eram amigos, apesar do Will ter idade muito mais que o suficiente para ser o pai dele, Marcus começa a visitar o Will depois do colégio ele meio que "invade" a casa dele, e começa a falar sobre os problemas da sua vida que ninguém na sua família ou escola estão dispostos a ouvirem, e o Will começa a querer ajudar e surge dentro dele algo que ele antes considerava ridiculo, ele passa a "gostar" do Marcus, ele se agrada em dar dicas a eles, um sentimento diferente e novo ao mesmo tempo para uma pessoa fria como ele.


"The conversation between Will and Marcus are hilariously loopy" - The Boston Globe


Marcus tem certas manias e um ar estranho de inocência, e nas conversas entre ele e o Will é muo agradável para o leitor, pois com o tempo o Will começa também a aprender com o Marcus, como em seu novo relacionamento ao final do livro com Rachel, onde antes ele simplesmente queria "transar" com ele, pós-Marcus ele queria conhecê-la, descobrir Rachel e aprender a também amá-la.


Sobre o Livro


About a Boy é uma novela de apenas 307 páginas (na versão paperback de 1999) e é de leitura rápida, não só pelo fato de ser pequeno, mas sim porque a história irá envolvê-lo de fato em que você acabará lendo 100 páginas e esquecer do tempo (li em volta das cem páginas na quarta e no domingo quando estava terminando o livro), levei 7 dias para finalizar o livro, mas a minha sorte foi a chegada do feriadão, mas sem dúvidas About a Boy é o tipo do livro em que você amará ler antes de dormir ou no café da manhã.


Só não gostei muito peloo fato de ser uma novela pequena, mas não falta detalhes, aliás fica tudo muito bem explicado por Hornby, mas acho que após a leitura de Wolf Winter, fiquei querendo ler um livro de uma história grande e tal, mas ainda assim acabei gostando de ler e sem dúvidas colocaria o livro na minha estante, pena que acabei descobrindo ele em uma biblioteca, vontade de não devolver nunca mais. Mas escrevi o nome do livro no marca-página de novo.


Sobre o Autor


"Hornby has established himself... as the maestro of the male confessional" - The New Yorker


Sem dúvidas o Hornby ao escrever este livro ele escreveu com bastante força de sentimento, pois de alguma maneira esquisita ele fala em nome de todos os homens durante o livro, ele acabou mostrando através de Will e Marcus que os homens são sensíveis e também amam, o que poderia ser visto meio diferente (lê-se gay, sensível), acaba sendo visto como realmente uma confissão dos homens, aos olhos do leitor.


É comum encontrarmos livros sobre como as mulheres sofrem e coisas e tal, mas Nick Hornby fez algo voltado para todos, com um toque de amor.


Recomendações


Apesar de mais uma vez ter lido e escrito uma resenha sobre um livro antigo, de 1999, ainda assim recomendo a compra de About a Boy, é um livro fácil de ler e bastante descontraido, e neste exato momento descobri que ele também é um filme, se chama "Um grande garoto" e o livro tem uma versão traduzida que pode ser adquirida na Livraria Cultura por R$40,50 na versão brochura.


Mais...


Eu pretendo ler a pequena saga de Stieg Larsson, que todos são best-seller na NYTimes, The Girl: With the Dragon Tatoo, who played with fire e who kicked the hornet's nest que vai virar filme, todos os livros tem suas versões prottuguês-brasileiro, mas ainda assim pretendo comprar em inglês, pois quero ter essa  saga em capa-dura e as editoras brasileiras não ligam muito para isso, e fazem todos os livros em brochura.


Enfim o meu próximo livro na lista seria The Girl Who Kicked The Hornet's Nest, mas acabei descobrindo que era uma saga e esta edição é a última, comecei a ler "A Menina que não Sabia Ler" hoje, e está sendo uma ótima leitura para mim, obrigado por lerem e me sigam no twitter @marfilgonca.


 

O Livreiro

Eu estava navegando pelo google atrás de umas resenhas sobre o livro "O Homem que não amavam as mulheres" e acabei achando o site O Livreiro, que é um site onde leitores se encontram e compartilham suas estantes e opiniões.


As estantes é um recurso que achei muito interessante, pelo site você pode encontrar livros que você já leio, quer ler ou está lendo, e os colocar em sua estante, onde você pode compartilhar com seus amigos também, quando você encontra um livro você pode ler opiniões alheias, pontuação entre os usuários e ainda links para comprá-lo na livraria cultura. Ainda temos as comunidades onde você pode encontra pessoas com os mesmos gostos literários, ou quem sabe fazer parte de um clube do livro.


Eu já montei a minha estante, junto com a ajuda da minha lista dos 13 livros no blog, e já criei meu perfil, e eu estou aqui com este post para convidá-los a entrar no livreiro também, é realmente uma rede social muito interessante, legal e brasileira.