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terça-feira, 26 de abril de 2011

[WOYiP] Folk, Eu disse Folk. #1

woyip

Mais um meme para todas as terças-feiras! What’s On Your iPod é para mostrar a vocês o que eu vim escutando em meu iPod. Este meme será em vídeo, mas não aparecerei (*uffs), eu irei “sacudir” o iPod e mostrar as músicas que venho escutando aleatoriamente.

Então, para os poucos que sabem sou um fã de música folk e indie, me alegram, me desanimam e me entusiasmam. Há três anos atrás, quando eu comecei a desenvolver a fluência na língua inglesa, eu comecei a me incomodar com as letras das músicas, e passei a escolhê-las pelo o que elas diziam. Comecei folk com Yael Naim, uma cantora francesa, que canta em sua língua e em inglês.

Em 2009, fui ouvindo vários artistas, gostando muito. E em 2010, no primeiro semestre comecei a ouvir meu atual cantor favorito, Christofer Drew de Never Shout Never, ótimas músicas, a melodia e a letra simplesmente estão juntas. Escuto muito dele, quem quiser me acompanhar pode acessar meu Last.fm, sempre faço scrobble com meu iPod para garantir que esteja atual.

Mas ultimamente não consigo parar de ouvir a um único álbum: “The Life of a Pirate” de Cady Groves. A voz dela é ótima, ela abre 3 cm de boca e sai uma ótima melodia o.O. Aqui vai a música “Real with me” que eu venho escutando com mais frequência.

Tem um clipe, mas prefiro ao vivo.

Outros artistas que gosto muito são Stephen Jerzak, Plug In Stereo e Jimmy Robbins.

Valeu e comentem sobre o que vocês acham!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

[EU CONTO] Era comum

Quando eu olhei para o outro lado da sala, eu encarei aqueles olhos, profundos, negros e cheios de emoções, encarando o chão, mas era fácil notar que os sentimentos estavam nublados e sujos como exasperação e arrependimentos.

Quando eu me peguei, por cinco minutos ou algo assim, olhando para ela, Eu estava tentando entender aqueles sentimentos que estava tomando forma diante de seus olhos, logo eu vi… era tristeza.
Eu não conseguia entender como podem as pessoas ficarem tristes de tal maneira, no meu caso, eu sempre tinha uma lista de músicas onde sempre era animado novamente, claro que tenho umas listas de músicas depressivas, mas era para momentos para sussurrar para as paredes e começar a pensar sobre as coisas do meu dia-a-dia, não conseguia entender. Logo eu vi… era alegria.

Mas eu havia entendido, logo no começo, que meu humor era de fácil e deslizante alegria e de um modo que eu conseguia colher todas as raivas e arrependimentos e esconde-los no fundo do túmulo. Então como eu poderia continuar olhando o jeito como ela encarava o nada e ver seus sentimentos escritos ali? O modo, como você pode, maravilhosamente, encarar o sol e se ver escrito em algum lugar além de sua alma, no momento em que olhei… era estima.

Logo eu pensei no modo como você pode lutar contra as coisas entro de você  perceber que tudo que você é feito, é de apenas sentimentos bobos que ninguém a não ser você poderia entender. Era estranho o momento eu que me peguei tentando traduzir aqueles sentimentos que estavam ali, o olhar, o escuro, a íris, a alma. A resposta para tudo isto foi facilmente encontrada quando ela deixou cair um pequeno sorriso, talvez seja esperança. Então todos os meus sentimentos e pensamentos sobre sobre o quando fundo você chegar dentro de si, era apenas um monte de post-its presos ao longo de um mural, que você não pode entrar tão fundo assim nos sentimentos de alguém que você nem ao mesmo chegou a conversar diretamente. Logo ela fechou os seus olhos e olhou para o exercício no quadro. No momento eu entendi, era, certamente… comum.

Marcos Filipe G. Capella, 24 de novembro de 2010.

Atualização 20:48 Erros corrigidos (caso encontre mais me avise)

sábado, 16 de outubro de 2010

Amando mais a Livraria Jaqueira: Flags e Estantes que não sabia que existia

Hoje eu simplesmente fui à Livraria Jaqueira, que também é Papelaria (e Cafeteria e Gráfica) para comprar uns materiais que estava precisando para fazer meu trabalho da Expoagnes (Exposição de Ciências do Colégio Agnes Erskine). To Kill A Mockingbird

Quando meu irmão estava na fila da papelaria esperando a atendente nos trazer 4 collorsets pretos eu fui dar uma olhada na livraria, havia trazido um extrazinho e pretendia gasta-lo em livros, fui logo em direção a minha seção favorita, que fica na visão da cafeteria da Livraria, estava lá olhando os livros Fallen, A Batalha do Apocalipse (que eu pretendia comprar), A Maldição do Titã e me lembrei de dar uma olhada nos livros de Anne Rice, queria ter o primeiro e lê-lo assim que terminasse o 2º da trilogia Millennium, quando eu olhei para um trio de estantes atrás de mim e achei A breve vida de Bree Tanner (algo assim) de Stephenie Meyer, mas logo reparei que o livro não estava escrito em português e a capa não era de qualidades tupiniquins, forcei a vista um pouco e meu cérebro se tocou que eu estava lendo em inglês e pensava ter sido português, suspirei alto a ponto do atendente, à uns 4 passos de mim que checava o preço de uns livros no computador, jogar um olhar de “este menino precisar de um médico”. Peguei um dos 30 livros arrumados horizontalmente, e percebi que eram em Hardcover (eu tenho um queda por livros impressos em hardcover) e olhei para cima, mais hardcovers, olhei para o meio, mass market paperback e olhei para o meio alto “To Kill a Mocking Bird” em Deckle Edge!

Me lembrei imediatamente que havia deixado o meu irmão plantado da fila da papelaria e voltei logo, ele estava fazendo umas contas na cabeça jurando que havíamos gasto no mínimo uns 25 reais, mas sabia que apesar do luxo da Livraria Jaqueira ela era de longe a dos preços mais amigáveis que já encontrei no bairro, no final gastamos apenas 18 reais. Quando ele terminou os seus cálculos o pedi que tivesse mais paciência, estava determinado a comprar um livro. Agora, mais calmo, eu comecei a ler os títulos e vi que tinha a série Percy Jackson, Crepúsculo em MMPaperback, Hardcover de Lost Symbol e The Passage, um paperback de The Shack e vários MMPaperbcks de Tom Clancy, já ouvi falar nele, aliás já tive um jogo dele, mas não liguei muito, no fundo odeio livros diminuídos, parece que estou à séculos em uma página só, quem sabe depois eu compre.

Agarrei o To Kill A Mockingbird e estimulei pelo preço americano gravado abaixo do ISBN do  livro, US$15,99, que no mínimo a livraria me cobraria uns 48 reais, pelo fato do lindo acabamento Deckle Edge, mas me surpreendi ao ver que seria 10 reais a menos, levei correndo para a fila antes que achasse outro livro na estante e me fizesse ficar todo complicado. 1 minutos depois estava na rua admirando o livro.

Pois é, foi um momentinho legal que eu tive, sem falar que eu achei vários post-its flags e indexes e comprei um para mim por míseros 5 reais.